Vivemos a geração em que tudo é descartável. Por vezes achamos ser mais fácil comprar um novo do que consertar.
Essa costume desencadeou um movimento de maior produção, maior consumo, pouco uso, descarte, e sim maior acúmulo de lixo.
Nossos avós eram especialistas em consertar todos os tipos de coisas. Em parte, porque a produção em massa não tinha tanta expansão, mas também porque não tinham a mentalidade de “consumir e consumir”, mas, sim, “conservar, poupar e cuidar – que herança boa, hein.

Além dos objetos, outra questão um tanto subjetiva é o conserto de relacionamentos, que em alguns casos são desfeitos pelo fato das pessoas não saberem “reparar” o que gerou o conflito. Curar parece ser muito mais difícil do que romper, não é mesmo?
Pode parecer mais fácil, mas a toda tentativa faz parte da persistência, do zelo e do amor sustentável – nos dois casos.
Vale tentar! =)