Conhecida como a ‘arte’ de deixar para depois.
Te contar que pensei em escrever esse post no começo da semana, depois decidi que de quinta não passaria… de fato, só fui escrevê-lo mesmo no sábado à noite.
Sabe aquela situação de fazer algo na última hora? Infelizmente tenho esse costume, mesmo que me policiando com lembretes, planners e tudo que sugira trazer organização e controle de alguma forma. Nem sempre funcionam!
Vamos concordar que tem horas que a mente precisa de um descanso (e como precisa), que vai super bem assistir uma série, fazer uma pausa demorada para uma café e dormir um pouco mais.
Certamente também há momentos que alguns hábitos de autossabotagem deixa visível o buraco que somos deixados.

Nesse meio tempo, aparece o prazo do trabalho estourando, o último minuto de inscrição no curso, a mensagem de aniversário não enviada e por sua vez, esquecida na data certa, o conteúdo não estudado para a prova…
Deixar as coisas para depois costuma ser um efeito momentâneo de tranquilidade, mas o tempo passa, você se cobra com tristeza, seguida de desespero. Quando as tarefas são tão abandonadas ao ponto de prejudicar o futuro, a procrastinação gera ansiedade, estresse e até sentimentos de depressão.
Quando conseguimos parar de procrastinar, mesmo que momentaneamente, nos sentimos satisfeitos, contentes e realizados (check!).
Que essas vitórias sirvam como um trampolim para nortear as atitudes importantes e necessárias para nossas vidas.